FAINA CAPÍTULO 17

https://youtu.be/eRUrg1JrFtg?is=Be0cRBlrn4HMq6og 

📰 MULTINOTÍCIAS

FAINA — CAPÍTULO 17 


ENTRE A CRÍTICA E A VERDADE: QUEM DISSE QUE FAINA É UM PARAÍSO?

Por: Waltenis Alves de Oliveira — Jornalista | Jornal MultiNotícias 



FAINA (GO) — Depois da repercussão da matéria “FAINA — CAPÍTULO 16”, publicada pelo Jornal MultiNotícias, o debate público ganhou novos contornos após manifestações divulgadas pela Rádio TV na Web Conexão News FM, em conteúdo apresentado pelo repórter Carlos Godoy.


O MultiNotícias entende que todo veículo de comunicação tem o direito de criticar, questionar e apresentar sua própria visão dos fatos. A liberdade de imprensa é essencial para a democracia.


Entretanto, quando uma crítica passa a atribuir ao trabalho jornalístico informações que não foram publicadas, ou quando se levanta uma acusação sobre possível pagamento sem apresentar qualquer comprovação, é necessário esclarecer os fatos.


E este é o objetivo deste Capítulo 17.


Não se trata de uma disputa pessoal entre jornalistas.

Não se trata de uma disputa entre emissoras.

Não se trata de defender prefeito ou fazer oposição.

Trata-se de esclarecer aquilo que foi publicado pelo MultiNotícias e aquilo que posteriormente foi afirmado sobre essa publicação.



1 — O MULTINOTÍCIAS RECEBEU DINHEIRO PARA PUBLICAR A MATÉRIA?


A resposta é absolutamente clara:

NÃO...!!!

O MultiNotíciasTV não recebeu recursos públicos municipais, estaduais e/ou federais para a publicação da matéria “FAINA — CAPÍTULO 16”.


Também não recebeu pagamento da Prefeitura Municipal de Faina, do prefeito, de secretários ou de qualquer integrante da administração municipal para a produção ou veiculação daquela reportagem.

Da mesma forma, não houve autorização do prefeito, de secretários ou da administração local para que a matéria fosse publicada.

A publicação foi uma iniciativa editorial do próprio Jornal MultiNotícias.

Portanto, não há que se falar em matéria encomendada ou autorizada pelo Poder Executivo.

No vídeo divulgado pela Conexão News FM, entretanto, foram utilizadas expressões como “evidentemente que foi paga” e “é evidente que isso tem custo”.

O problema está justamente na palavra “evidentemente”.

Uma acusação não se transforma em verdade simplesmente porque alguém afirma que é evidente.

Se houve pagamento, onde está a prova?

O MultiNotícias desafia qualquer pessoa que sustente essa afirmação a apresentar:


contrato;

nota fiscal;

empenho;

ordem de pagamento;

comprovante bancário;

contrato de publicidade;


ou qualquer outro documento que demonstre que o MultiNotícias recebeu recursos para publicar a matéria.


Não basta insinuar. É necessário provar.


2 — DE ONDE VIERAM AS INFORMAÇÕES DA REPORTAGEM?


As informações utilizadas pelo MultiNotícias foram obtidas a partir de fontes públicas e documentos oficiais, especialmente informações disponibilizadas no Portal da Transparência e nos canais oficiais de publicidade dos atos administrativos.

Isso significa que o jornal não precisou de autorização do prefeito para consultar informações que são públicas.

Informação pública pertence à sociedade.

A imprensa tem o direito de consultar, analisar e divulgar informações de interesse público, observados os limites legais e jornalísticos.


Foi exatamente o que aconteceu.

O MultiNotícias encontrou informações sobre contratos e investimentos realizados ou registrados em 2026 e decidiu transformá-las em conteúdo jornalístico.


3 — “UM JORNALISTA DE FORA”

Outro argumento apresentado foi o fato de o jornalista responsável pela matéria não ser de Faina.

Essa crítica não se sustenta como argumento para desqualificar uma reportagem.

Um jornalista não precisa morar em uma cidade para investigar fatos relacionados a ela.

Um jornalista de Faina pode fazer uma reportagem sobre Goiânia.

Um jornalista de Goiânia pode fazer uma reportagem sobre Brasília.

Um jornalista de Brasília pode fazer uma reportagem sobre Faina.

O jornalismo não termina na divisa do município.

O que precisa ser analisado é a qualidade da informação, a origem dos dados, a documentação e a responsabilidade na divulgação.


E foi exatamente isso que o MultiNotícias procurou fazer.


4 — A MATÉRIA DISSE QUE FAINA ESTÁ “UM PARAÍSO”?


Não...!!


Essa é uma das principais distorções que precisam ser esclarecidas.

A expressão “paraíso” foi utilizada repetidamente na crítica apresentada pela Conexão News FM para caracterizar aquilo que teria sido publicado pelo MultiNotícias.

Mas essa afirmação não corresponde ao conteúdo da matéria.

A reportagem não afirmou que Faina está perfeita.

Não afirmou que todos os problemas foram resolvidos.

Não afirmou que não existem ruas esburacadas.

Não afirmou que todas as estradas vicinais estão recuperadas.

Não afirmou que o sistema de abastecimento de água está funcionando perfeitamente.

Não afirmou que a coleta de lixo atende integralmente à população.

E muito menos afirmou que a administração municipal não deve ser fiscalizada.


Pelo contrário.


A matéria foi bastante clara:


> “O verdadeiro resultado de qualquer administração pública não está apenas no contrato publicado. Está naquilo que chega ao cidadão.”

Essa frase deveria ser suficiente para demonstrar a intenção da publicação.



5 — CONTRATO NÃO É SINÔNIMO DE OBRA CONCLUÍDA

Um dos pontos levantados na crítica diz respeito ao contrato relacionado ao abastecimento de água.

A matéria apresentou o Contrato nº 66/2026, no valor de R$ 3.613.950,00, destinado à ampliação da rede de distribuição de água e melhoria da qualidade dos serviços de abastecimento nas áreas urbanas de Faina.

A existência de um contrato público é uma informação.


A efetiva execução da obra é outra.


O recebimento do recurso é outra.

O pagamento é outra.

A conclusão da obra é outra.

O benefício efetivo à população é outra.

E é justamente isso que o MultiNotícias pretende acompanhar.

Se o dinheiro ainda não entrou nos cofres municipais, essa informação também é relevante.

Se a obra ainda não começou, também é relevante.


Se começou e está atrasada, também é relevante.

Se foi concluída, também é relevante.

O jornalismo não termina na publicação do contrato.


6 — “CADÊ OS R$ 3,6 MILHÕES?”

A pergunta feita pela Conexão News FM é legítima como questionamento jornalístico.

Mas ela precisa ser respondida com documentos.

Se existe informação oficial de que o recurso ainda não foi recebido, isso pode ser apresentado à sociedade.

E o MultiNotícias está disposto a fazer exatamente isso.


O Capítulo 17 não encerra a investigação.


Pelo contrário.


Ele abre uma nova possibilidade de acompanhamento:

Contrato anunciado × recurso recebido × execução × obra entregue × resultado para a população.


Essa é uma forma muito mais séria de acompanhar dinheiro público do que simplesmente trocar acusações entre veículos de comunicação.


7 — E AS RUAS, O LIXO E AS ESTRADAS?

Durante a manifestação da Conexão News FM foram levantados diversos problemas:


“Cadê a caixa d'água da Burduna?”

“Cadê as buraqueiras das ruas?”

“Cadê os lixos?”

“Cadê a estrada da região do Cachambu?”

“Cadê as estradas vicinais?”


O MultiNotícias responde:


Se esses problemas existem, devem ser mostrados.

E podem perfeitamente ser objeto de futuras reportagens.

Não há nenhuma contradição entre reconhecer investimentos e mostrar problemas.

Uma cidade pode ter contratos públicos e continuar tendo problemas.

Uma Prefeitura pode realizar uma obra e ainda possuir outras demandas.

Uma administração pode melhorar em determinada área e precisar melhorar em outra.

A realidade de um município nunca cabe em uma única reportagem.

É exatamente por isso que estamos falando em Capítulos.


8 — O MULTINOTÍCIAS NÃO PUBLICOU UMA PROPAGANDA DA PREFEITURA


A matéria foi apresentada como uma análise do momento administrativo de Faina.

Ela citou investimentos, contratos e ações administrativas.

Mas também estabeleceu uma cobrança:


> “O verdadeiro resultado de qualquer administração pública não está apenas no contrato publicado. Está naquilo que chega ao cidadão.”


Portanto, não existe qualquer fundamento para transformar uma matéria jornalística em uma suposta peça de propaganda simplesmente porque ela mencionou ações positivas de uma administração.


Jornalismo também é reconhecer fatos positivos.


Se uma administração faz algo correto, esconder isso também seria uma forma de distorção.



9 — NÃO RECEBEMOS AUTORIZAÇÃO DO PREFEITO


Outro esclarecimento que precisa ficar registrado:

O MultiNotícias não pediu autorização ao prefeito Creonir do Leilão para publicar a matéria.

Não pediu autorização aos secretários.

Não pediu autorização à administração municipal.

Não recebeu orientação editorial do Poder Executivo.

Não recebeu autorização para elogiar.

Não recebeu autorização para criticar.

A decisão editorial foi do MultiNotícias.

As informações foram pesquisadas em documentos e fontes públicas.

Essa é uma diferença fundamental entre jornalismo independente e comunicação institucional.



10 — NÃO SOMOS OPOSIÇÃO


Também foi levantada a possibilidade de o MultiNotícias estar fazendo oposição ao prefeito.


Não.


O MultiNotícias não precisa ser oposição para fazer perguntas.

Não precisa ser situação para reconhecer uma realização.


Somos imprensa.


Se amanhã o prefeito entregar uma obra importante, estaremos lá.

Se amanhã a população denunciar um problema grave, estaremos lá.


Se houver uma resposta oficial, publicaremos.

Se houver documentação que contradiga uma informação anterior, analisaremos.


Se houver erro nosso, corrigiremos.

Essa é a independência que defendemos.



11 — CRÍTICA É DIFERENTE DE ACUSAÇÃO


O MultiNotícias respeita a crítica feita pela Conexão News FM.


Mas existe uma diferença muito importante entre:


“Eu discordo da matéria.”


e


“A matéria foi paga.”


A primeira é uma opinião.

A segunda é uma afirmação sobre um fato concreto.

E quando se afirma que houve pagamento, é razoável perguntar:

Onde está a prova?

O MultiNotícias declara publicamente:


"NÃO RECEBEU RECURSOS PÚBLICOS MUNICIPAIS, ESTADUAIS OU FEDERAIS PARA A PUBLICAÇÃO DA MATÉRIA."


E reafirma:


NÃO RECEBEU AUTORIZAÇÃO DO PREFEITO, DE SECRETÁRIOS OU DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL PARA PUBLICÁ-LA.



12 — NÃO CONFUNDAM CUSTO OPERACIONAL COM PAGAMENTO PELA MATÉRIA


Toda atividade profissional pode envolver custos.

Isso é uma coisa.

Outra completamente diferente é afirmar que determinada reportagem foi comprada ou paga pelo Poder Público.


O MultiNotícias não autoriza que uma coisa seja apresentada como sendo a outra.


A existência de custos de manutenção de um veículo de comunicação não constitui prova de pagamento por uma determinada reportagem.



13 — SOBRE AS EXPRESSÕES UTILIZADAS CONTRA PESSOAS


A manifestação da Conexão News FM também utilizou expressões extremamente fortes contra pessoas que supostamente estariam próximas da administração.


Foram utilizadas palavras como:


“puxa-saco”

“baba-ovo”

“sanguessugas”

“urubus”

“canalhas”


O MultiNotícias não adotará esse vocabulário chulo como resposta.


Não precisamos atacar pessoas.

Vamos atacar problemas com informação.

Se existem irregularidades, que sejam apresentadas.

Se existem conflitos de interesse, que sejam demonstrados.

Se existem fatos relevantes, que sejam documentados.


O jornalismo ganha força quando abandona a acusação vazia e apresenta evidências.



14 — O MULTINOTÍCIAS NÃO TEM MEDO DA FISCALIZAÇÃO


Aliás, queremos deixar uma porta aberta ao contraditório.


Se alguém encontrar algum erro factual na matéria “FAINA — CAPÍTULO 16”, apresente.


Se houver algum dado incorreto, vamos verificar.

Se houver alguma informação que precise ser atualizada, atualizaremos.

O MultiNotícias não tem medo de ser fiscalizado.

Porque quem trabalha com informação também precisa aceitar ser questionado.


O que não aceitamos é a tentativa de transformar uma acusação sem prova em verdade perante o público.



15 — FAINA PRECISA SER MOSTRADA COMO ELA É


Nesse ponto, concordamos com a Conexão News FM:


Faina precisa ser mostrada como ela é.

Sem maquiagem.

Sem exageros.

Sem esconder problemas.

Sem inventar problemas.

Sem esconder realizações.

Sem inventar realizações.

Com documentos.

Com imagens.

Com depoimentos.

Com dados.

Com contraditório.

Com responsabilidade jornalística.

É assim que o MultiNotícias pretende continuar trabalhando.


16 — O “PRÓXIMO CAPÍTULO” ESTÁ APENAS COMEÇANDO


O título da primeira matéria não foi colocado por acaso:


FAINA — PRÓXIMO CAPÍTULO


A expressão “o bezerro foi desmamado” foi utilizada como uma metáfora para representar uma possível mudança de fase administrativa.


Mas o próprio texto fez a cobrança:


“Agora é hora de transformar recursos em trabalho para a comunidade.”


Ou seja:


contrato precisa virar obra;

obra precisa virar serviço;

serviço precisa chegar ao cidadão.

E é exatamente isso que será acompanhado.



17 — UMA RESPOSTA À SOCIEDADE DE FAINA


A população de Faina não precisa escolher entre dois veículos de comunicação.


Pode ouvir a Conexão News FM.

Pode ler o MultiNotícias.

Pode consultar o Portal da Transparência.

Pode procurar os documentos oficiais.

Pode ouvir o prefeito.

Pode ouvir os vereadores.

Pode ouvir os moradores.

E então formar sua própria opinião.

Essa é a verdadeira força da imprensa livre.



18 — NOSSO COMPROMISSO É COM A VERDADE


O MultiNotícias não pretende disputar audiência através de ataques pessoais.

Não pretende transformar jornalismo em torcida.

Não pretende defender grupo político.

Não pretende esconder problemas.

Também não pretende esconder aquilo que for positivo.

Nosso compromisso é informar.

E justamente por isso fazemos este esclarecimento.

Não recebemos recursos públicos municipais, estaduais ou federais para publicar a matéria.

Não recebemos autorização do prefeito.

Não recebemos autorização de secretários.

Não recebemos autorização da administração municipal.

Não recebemos determinação sobre o que deveríamos publicar.

As informações utilizadas na matéria foram baseadas em dados e documentos públicos disponíveis nos canais oficiais de transparência e publicidade dos atos administrativos.



📰 MULTINOTÍCIAS

Informação, opinião e acompanhamento dos fatos que movimentam Faina e região.


Waltenis Alves de Oliveira

Jornalista — MultiNotícias


FAINA — CAPÍTULO 17


Não é sobre defender quem governa.

Não é sobre atacar quem governa.

É sobre acompanhar o que está sendo feito com o dinheiro público e mostrar os resultados à população.


E os próximos capítulos virão...

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