Servidor público estadual são penalizados
NOTA DE SOLIDARIEDADE AOS SERVIDORES SEM SALÁRIOS EM GOIÁS
Na próxima segunda, dia 21 de janeiro, se inicia as aulas nos colégios estaduais. Professores e demais servidores públicos estaduais retornam ao trabalho sem o pagamento de salários de dezembro. Um absurdo! O martírio começou assim que o atual governo tomou posse e alega que a gestão passada não fez o empenho dos pagamentos para receita de 2019.
É inadmissível os servidores públicos estaduais passarem o restante de dezembro e romper o novo ano sem salários nas contas. E as primeiras medidas tomadas pelo governador Ronaldo Caiado (DEM) são, no mínimo, desrespeitosas: Pedir para que mercados e farmácias vendem fiados aos servidores ou propor parcelamento de salários! As despesas mensais dos trabalhadores não se resumem a alimentação e medicamentos, e, muito menos, podemos esperar por parcelamentos. Os servidores não trabalham parcelados e os juros e contas também não aceitam parcelamento.
Caiado, desde que foi eleito ainda em primeiro turno, vem acompanhando toda a transição de governo. O mesmo sempre soube do estado financeiro das contas públicas, tanto, que era um dos motivos de ataques de todos que concorremos nas eleições contra a gestão caloteira de Zé Éliton/Marconi (PSDB). Recentemente, Claudio Modesto do SINDIFISCO lembrou que a Lei obriga o Estado a manter a ordem cronológica dos pagamentos, e que Caiado não efetuou o pagamento dos salários para ajudar o estado a entrar no Regime de Recuperação Fiscal, o que, de fato, não ocorreu, provando que Goiás pode sim honrar com os salários.
Espero que o governador Ronaldo Caiado cumpra seu papel constitucional de efetuar os pagamentos. Para tanto, corte regalias, privilégios, terceirizações (OSs na saúde e subdelegações na SANEAGO, por exemplo), cargos comissionados. Reveja a política tributária, onde poderosos são isentos de impostos. Ele sabia das dificuldades que encontraria, portanto, governe, trabalhe! E aos servidores públicos, meus colegas, toda minha solidariedade. Vamos dialogar junto aos partidos, sindicatos e centrais para construção de agenda em comum de lutas e construção de uma greve. Não podemos nos calar diante desse verdadeiro descaso do governo de Goiás com a população!
Professor Weslei Garcia
Na próxima segunda, dia 21 de janeiro, se inicia as aulas nos colégios estaduais. Professores e demais servidores públicos estaduais retornam ao trabalho sem o pagamento de salários de dezembro. Um absurdo! O martírio começou assim que o atual governo tomou posse e alega que a gestão passada não fez o empenho dos pagamentos para receita de 2019.
É inadmissível os servidores públicos estaduais passarem o restante de dezembro e romper o novo ano sem salários nas contas. E as primeiras medidas tomadas pelo governador Ronaldo Caiado (DEM) são, no mínimo, desrespeitosas: Pedir para que mercados e farmácias vendem fiados aos servidores ou propor parcelamento de salários! As despesas mensais dos trabalhadores não se resumem a alimentação e medicamentos, e, muito menos, podemos esperar por parcelamentos. Os servidores não trabalham parcelados e os juros e contas também não aceitam parcelamento.
Caiado, desde que foi eleito ainda em primeiro turno, vem acompanhando toda a transição de governo. O mesmo sempre soube do estado financeiro das contas públicas, tanto, que era um dos motivos de ataques de todos que concorremos nas eleições contra a gestão caloteira de Zé Éliton/Marconi (PSDB). Recentemente, Claudio Modesto do SINDIFISCO lembrou que a Lei obriga o Estado a manter a ordem cronológica dos pagamentos, e que Caiado não efetuou o pagamento dos salários para ajudar o estado a entrar no Regime de Recuperação Fiscal, o que, de fato, não ocorreu, provando que Goiás pode sim honrar com os salários.
Espero que o governador Ronaldo Caiado cumpra seu papel constitucional de efetuar os pagamentos. Para tanto, corte regalias, privilégios, terceirizações (OSs na saúde e subdelegações na SANEAGO, por exemplo), cargos comissionados. Reveja a política tributária, onde poderosos são isentos de impostos. Ele sabia das dificuldades que encontraria, portanto, governe, trabalhe! E aos servidores públicos, meus colegas, toda minha solidariedade. Vamos dialogar junto aos partidos, sindicatos e centrais para construção de agenda em comum de lutas e construção de uma greve. Não podemos nos calar diante desse verdadeiro descaso do governo de Goiás com a população!
Professor Weslei Garcia
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