WILLIAN IDELFONDO DEM 25






sexta-feira, 1 de março de 2019


NOMES DE PESO PARA AS ELEIÇÕES DE 2020 EM ÁGUAS LINDAS-GO


A pesar da pulverização dos "pré-candidatos" a prefeito em 2020, conforme se vê o quadro atual, são vários que colocam o nome à disposição, porém, as opções giram em torno de 4 nomes de peso, são eles:

ROGEMBERG, Vereador/Advogado, representante do PRB, atua na cidade desde antes de 2000, possui um grande histórico político, pois, já está no seu Quinto Mandato Consecutivo como vereador:

2000 - Eleito por média com 235 Votos
2004 - Eleito com 833 Votos
2008 - Eleito por média com 895  Votos
2012 - Eleito com 1.682 Votos
2016 - Eleito com 1.320 Votos

TÚLLIO, Funcionário Público, do Senado Federal, representante do DEMOCRATAS, atua na cidade desde 2009, e possui um grande histórico político, porém, sem nenhum mandato: 

2012 - Prefeito com 3.481 Votos
2014 - Deputado Estadual com 7.796 votos
2016 - Prefeito com 11.842 votos
2018 - Deputado Estadual com 17.029 votos, sendo 16.274 só de Águas Lindas.

GIOVANNE MACHADO, Vereador, representante do PSD, atua na cidade desde antes de 2004, possui um belo histórico político, pois, já está no seu quarto mandato consecutivo como vereador:

2004 - Eleito com 488 Votos
2008 - Eleito com 1.065 Votos
2012 - Eleito com 1.672 Votos
2016 - Eleito com 1.386 Votos

LUCAS ANTONIETTI, Médico da Clínica Santa Mônica, representante do MDB, atua na cidade desde 2015, não possui um histórico político na Cidade, porém vem fazendo um bom trabalho para divulgação do seu nome.

Bem, os trabalhos nunca param. Acaba campanha, já começa a pré-campanha.

Nada se pode afirmar, pois, eleição é uma caixa de surpresas!...

Caberá a você eleitor, ouvir as propostas, analisar as alianças e escolher um bom nome para nos representar em 2020.

Aproveitem e dê uma olhada nos tipos de candidatos que temos na Cidade, veja qual é o seu: http://www.willianidelfonso.com.br/2016/04/grupos-de-candidatos-e-como-se-eleger.html


Willian IDELFONSO
Advogado

terça-feira, 15 de maio de 2018


CROWDFUNDING NA PRÉ-CAMPANHA - ELEIÇÕES 2018


O “crowdfunding” é nome que se dá aofinanciamento coletivo captado por meio da internet, também apelidado de “vaquinha virtual”, mais especificamente, trata-se de arrecadação de fundos na pré-campanha, que teminício hoje, 15 de maio e finaliza dia 16 de agosto.

A novidade foi legalizada no ano passado, na minirreforma eleitoral Resolução do TSE 23.553/2017, aprovada pelo Congresso e ainda proibindo as doações empresariais para os políticos.

O objetivo da campanha de arrecadação, além de suprir financeiramente as campanhas, tem a função "primordial" de promover maior participação e engajamento dos eleitores na campanha.

Esse tipo de doação só será possível por meio de empresas/sites autorizados pelo Tribunal Superior Eleitoral. A lista completa de empresas cadastradas pode ser visualizada no site do TSE. (http://www.tse.jus.br/eleicoes/eleicoes-2018/prestacao-de-contas-1/financiamento-coletivo)

O doador poderá pagar por meio boleto bancário,cartão de crédito e transferência online

Por lei, os dados das transações das doações serão públicas, contendo o nome do doador, CPF e a quantia doada.

O limite de doações por pessoa física é de R$ 1.064,10 por dia, até o limite total de 10% da renda bruta que obteve em 2017. A empresa descontará da taxa de administração que pode variar de empresa para empresa, reservando o restante para o pré-candidato e o valor "só será transferido depois que a a candidatura for confirmada". 

Todo o dinheiro recebido, será gasto "exclusivamente" nas atividades de campanha. Não sendo confirmada, a empresa será responsável pelo estorno do valor ao doador, por meio de lista de divulgação, abatida a taxa de administração.

Lembrando que o pré-candidato pode pedir doações, porém, "não pode pedir voto" pelo site do crowdfunding.


fonte: http://www.tse.jus.br

quarta-feira, 25 de abril de 2018


TIPOS DE CANDIDATOS: QUEM É VOCÊ OU QUAL É O SEU?


Durante uma a campanha política, nas andanças pelos bairros de nossa Cidade "Águas Lindas de Goiás",  um certo candidato fazia questão de sentar-se no banco da frente do carro, ao lado do motorista, pois, assim sentia-se mais à vontade para acenar à população, enquanto distribuía seu "largo" e "sincero sorriso". 

Chorava em velórios, pagava cervejada nos bares, pregava em igrejas, fazia palestra, financiava clubes de futebol, dava presente às criancinhas, em fim, ele era o que se chama popularmente, “um figuraço”.

Em uma de suas andanças, num belo dia, em uma esquina lá pelos lados do bairro "Quintas do Paraíso", um cidadão olhou para "o figuraço" e ficou na dúvida se o reconhecia ou não. Foi então que o figuraço ficou matutando: “Ué, será que o cidadão não me reconheceu?" Em seguida olhou para mim e perguntou-me: “O que leva um cidadão a decidir seu voto por um candidato?".

Esta pergunta é de difícil resposta, entretanto fiquei inculcado com esta pergunta e passei a “bolar” uma resposta.

Depois de um tempo analisando todos os candidatos em nossa Cidade e pesquisando as planilhas dos resultados dos votos das eleições anteriores, utilizei um método do “geral para o particular”, e consegui classificar o perfil dos candidatos eleitos, dos mais votados aos menos votados,  buscando um perfil de suas "respectivas inserções sociais" e nível de influência na decisão do voto do eleitor, da qual eu pude estabelecer uma tabela de nível de eleitos de 1ª até 6ª grupo.

Obs. Não citarei nomes, porém, cabe a cada um que ler este artigo e fazer juízo das próprias razões e ver onde encaixa cada um, vamos lá?

1º. GRUPO: Os Candidatos da Fama...

Este grupo são os que têm maior chances de eleição. Está os candidatos famosos na sociedade, que atuam na mídia do rádio ou televisão, igrejas, onde se incluem obreiros, atletas, comunicadores, cantores ou atores, desde que famosos junto ao povão e que detenham alta aprovação no índice de audiência de seus programas ou apresentações.

2º. GRUPO: Os Candidatos da Grana...

Neste patamar está a turma que compra votos na eleição. É a turma da “grana” que se elege a "peso de ouro. Essa categoria de candidato tem que ter muito dinheiro mesmo, pois o retorno do “investimento” em nível de votos, ronda mais ou menos vinte por cento, ou seja: para cada cem votos comprados dá para contar com uns vinte votos na urna. Este jogo é pesado. Nesse caso, alguns candidatos buscam preencher o espaço vazio de suas vidas, outros buscam proteção da lei (com a imunidade parlamentar), para postergarem condenação na justiça, até por sonegação fiscal e outros crimes graves.

3º. GRUPO: Os Candidatos de Proposta Ideológica e Programática...

Neste grupo encontram-se os candidatos que deveriam estar no 1º grupo, pois são os candidatos que acreditam em uma proposta política que é veiculada e propagada durante anos e anos. Demoram a convencer os eleitores já que seus nomes são construídos ao longo de anos. Perdem muita eleição até convencer o eleitor, pois a mídia lhes dá pouco espaço.

4º. GRUPO: Os Candidatos de Nome famoso...


A chance para se eleger neste grupo é para poucos, pois exige que o candidato tenha um pai ou tio famoso e popular que possa transferir seu prestígio para o parente próximo, filho, irmão, neto ou sobrinho, etc...




5º. GRUPO: Os Candidatos da Raridade do Milagre...


Quando acontece este fenômeno a eleição é favas contadas. Uma revira volta sem opções para o eleitor! É o chamado milagre ou fenômeno na eleição.




6º GRUPO: Candidatos do Rebolo...


E em último lugar se elegem os candidatos que possuem uma parcela de cada um dos itens acima, ou seja: um pouco de fama, pelo menos na sua inserção profissional; aparecem um pouco na mídiapossuem ou conseguem alguma grana para sustentar sua campanha política; conseguem se inserir de algum modo em movimento de caráter social, com proposta ideológicapossuem nome de família respeitável na comunidade; e contam com uma ajuda quase milagrosa, como é o caso de um candidato que se filia em um partido de médio porte, sem candidatos de alta votação, e se elegem proporcionalmente com baixa votação, e assim chegam na disputa das últimas vagas, ou seja, ficam no “rebolo”, quando podem perder a vaga (morrer) por poucos votos.

Pois bem, foi apresentado os grupos dos tipos de candidatos, e aí em qual você ou o seu candidato se encaixa? (rsss...) 

É necessário esclarecer que os já eleitos e com mandatos, voltam sempre aos seus cargos, na proporção de 40% até 70% da composição de sua casa legislativa, pois estão em "campanha permanente" durante os quatro anos de sua legislatura.


No entanto, essas são as variáveis que dão a certeza de uma eleição em campanha política. "É só guardar este artigo e conferir o resultado da próxima eleição".

Em todas as eleições passadas, os candidatos continuam balizando para estas seis variáveis de possibilidades de um candidato se eleger, isso acontece porque, nossa Cidade ainda tem uma proporção muito alta de a população de má informação.

Nossos políticos eleitos refletem a média cultural do nosso povo, o qual ainda vota com critérios de “desconstrução” do exercício da cidadania.

No momento é o que temos em nossa realidade como resultado de nosso estágio cultural, em fase de frágil democracia.

Willian iDELfonso

segunda-feira, 23 de abril de 2018


POLÍTICA VERSUS POLITICAGEM




É incrível como boa parte da população não tem um conhecimento claro sobre o que é uma política. 

Sempre ouço comentários do pessoal na rua, na fila do mercado, do banco da lotérica, dos correios, nos ônibus lotados e por toda a parte da cidade, de que "política não se discute". 

A maioria delas entendem que a política é o político corrupto, o ato ilícito, a perseguição pessoal, o desvio de verbas, a lavagem de dinheiro, enfim, isso não se trata de política mas sim de politicagem, que na íntegra é utilizar-se de artifícios políticos egoístas para beneficiar apenas determinadas pessoas ou grupo de pessoas ligadas umas às outras.

A Política é uma atividade de poder que tem em vista defender os direitos de cidadania e do bem comum. Quando elegemos um político, ele tem a obrigação de fazer algo que vá beneficiar toda a população, honrar as pessoas que o escolheram, pois, quando eleitos, recebem uma "carta de representação" e total liberdade para fazer escolhas em nome do povo e para o povo. E todas essas pessoas eleitas, escolhidas por nós, são obrigadas a agirem com respeito, porque o respeito que lhes é concedido deve ser recíproco.

Já a Politicagem são os atos desonrosos, que tem em vista o benefício próprio ou de grupos fechados e não o da coletividade. São ações de pessoas que querem se dar bem a qualquer custo e às custas do povo. Isso acontece porque eles acham que são os donos da razão, esquecendo-se de estão ocupando tais cadeiras porque foram escolhidos por nós que os julgamos aptos para exercer seus mandatos.

Portanto, política deve ser discutida sim, pois, é um assunto sério, não para ser lembrada apenas em época de eleição! Mas para ser lembrada a todo o momento, todos os dias, pois ela é a personagem principal da história e veio para melhorar e beneficiar a população, e tem que ser trabalhada para isso. Ela deve ser trabalhada por pessoas capazes, sábias e "responsáveis", porque com a ela conseguimos grandes benefícios para o município, estado ou nação.

Devemos estar ciente de que corrupção não é política, mas sim politicagem! E ter a convicção de que não precisamos de politicagem e sim de uma boa política para a nossa Cidade.

Willian IDELFONSO.

sexta-feira, 20 de abril de 2018


MENTES PERIGOSAS: O PSICOPATA MORA AO LADO




Quando se fala em psicopatia, as maiorias das pessoas pensam logo em um homem com uma cara de mau, estúpido, ignorante, de aparência descuidada, jeito de assassino e desvios de comportamentos óbvios que poderia ser reconhecido sem hesitar. Porém, isso é um erro enorme para as pessoas que assim pensam. Reconhecer um psicopata não é uma tarefa tão fácil quanto se imagina.

Os psicopatas têm a arte de enganar e representam muito bem o seu papel. No livro “Mentes Perigosas”, a autora fala sobre pessoas sem consciência e desprovidas de sentimento de compaixão ou culpa. Todos nós somos dotados de consciência e podemos, em um momento qualquer da vida, magoar ou insultar o próximo; cometer injustiças ou equívocos e, em casos extremos, matar alguém sob forte impacto emocional. Afinal, somos humanos e nem sempre estamos com nossa consciência funcionando a 100%: somos influenciados pelas circunstâncias ou pelas necessidades. Porém, os psicopatas, são pessoas frias, manipuladoras, transgressoras de regras sociais, etc. Esses “monstros sociais” com aparência humana, capaz de destruir outras pessoas, violentamente ou não, estão por aí, misturados na multidão, ocultos ou não, infiltrados em todos os setores da sociedade. São homens, mulheres, crianças, jovens, adultos, idosos, de qualquer raça, religião ou nível social. São pessoas com vida social ativa, trabalham, estudam, fazem carreiras, se casam, têm filhos, são muito mais racionais que emocionais, mas definitivamente não são como a maioria da população, as quais poderíamos chamar de pessoas de bem.

Os psicopatas podem arruinar desde pequenas a grandes empresas e famílias, provocar intrigas, destruir sonhos, mas “geralmente” não matam. E, por isso, permanecem por muito tempo ou até uma vida inteira sem serem descobertos ou diagnosticados. Na maioria das vezes, são pessoas charmosas, inteligentes e sedutores que costumam não levantar a menor suspeita de quem realmente são. Almejam apenas o benefício próprio, visam o poder e o status, engordam ilegalmente suas contas bancárias, são rotineiramente mentirosos, parasitas, chefes insuportáveis, pedófilos, realmente, líderes natos da maldade. Em casos extremos, os psicopatas matam a sangue-frio, com requintes de crueldade, sem medo e sem arrependimento. Porém, o que a sociedade não imagina, é que esses psicopatas, vivem como se fossem pessoas boazinhas e comuns.

De acordo com a autora do livro em questão, os psicopatas são 4% da população, sendo 3%, homens e 1% mulher. Sendo assim, cada 25 pessoas, uma é psicopata. E como seus atos criminosos não provêm de mentes adoecidas, mas sim de um raciocínio frio e calculista combinado com uma total incapacidade de tratar as outras pessoas como seres humanos, eles não são considerados loucos, não sofrem de alucinação ou apresentam sofrimento mental. Partindo-se do pressuposto, com bases às afirmações da autora, podemos tirar a conclusão de que em nossa sala, 1º AN do curso de direito, tem pelo menos três psicopatas. – Espero que esteja errado!

Apenas em casos extremos, os psicopatas matam a sangue-frio, com requintes de crueldade, sem medo e sem arrependimento. Em sua grande maioria, eles não são assassinos e vivem como se fossem pessoas comuns. No entanto, são desprovidos de consciência e, portanto, destituídos do senso de responsabilidade ética, que é a base essencial das relações emocionais. Porém, houve dois fatos que me chamaram mais a atenção. Em primeiro lugar, é um absurdo as leis brasileiras em que, uma pessoa pode ficar presa no máximo por 30 anos, independente de quantas pessoas matou, ou da crueldade dos homicídios. Em segundo lugar, se uma pessoa menor de idade exemplo, que tem 17 anos, fará 18 anos no dia seguinte, mas antes disso mata 30 pessoas em um dia, no dia seguinte, ao completar 18 anos, sua ficha será limpa. No entanto, esses são alguns dos absurdos criados pelas pessoas que deveriam zelar pela nossa segurança. Como descrito no livro, há um grande número de psicopatas de colarinho branco, ou seja, estão em escritórios, são empreendedores e pessoas bem sucedidas, mas seu sucesso não considera o outro e as necessidades da sociedade, passam por cima de preceitos morais e regras de convivência.

A parte do livro em que achei interessante comentar é “A cultura dos tempos modernos”, no que o primeiro parágrafo diz: “A ideologia sobre a qual se alicerça a cultura dos nossos tempos é baseada em três princípios básicos”: O individualismo; O relativismo; e o instrumentalismo.

individualismo prega a busca do melhor tipo de vida a se usufruir. Entende-se como o melhor tipo de vida aquele que abrange o autodesenvolvimento, a auto realização e a autosatisfação. De acordo com essa concepção, o indivíduo tem a “obrigação moral” de buscar sua felicidade em detrimento de qualquer outra obrigação com os demais. Segundo o relativismo todas as escolhas são igualmente importantes, pois não há um padrão de valor objetivo que nos permita estabelecer uma hierarquia de condutas. Assim, qualquer ação que leva o indivíduo a atingir a autosatisfação é válida e não pode ser questionada. Já em relação ao instrumentalismo afirma que o valor de qualquer coisa fora de nós é apenas um valor instrumental, ou seja, o valor das pessoas e das coisas se resume no que elas podem fazer por nós.

Precisamos, portanto, trabalhar na reestruturação, de forma urgente, nos processos de aprendizagem pelos quais nossas crianças e jovens são submetidos em relação aos valores e os comportamentos sociais. Para que isso ocorra, é necessário que todas as instituições, essencialmente a familiar, públicas e privadas, terão que atuar com a sua parcela de contribuição. Sendo assim, somente uma educação objetiva, pautada e direcionada a sólidos valores altruístas, poderá fazer surgir uma nova ética social que seja capaz de conciliar direitos individuais com responsabilidades interpessoais e coletivas.

Fonte: SILVA, Ana Beatriz Barbosa. Mentes Perigosas – O psicopata mora ao lado. Editora FONTANAR, 1ª Ed, ano 2008.

Willian IDELfonso

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