FAINA CAPÍTULO 18
📰 MULTINOTÍCIAS TV 📺
FAINA — CAPÍTULO 18 - ONDE ESTÁ A PROVA?
O que foi dito pela Conexão News FM e o que realmente consta na matéria do MultiNotícias
Por: Waltenis Alves de Oliveira — Jornalista correspondente do Jornal 📰 MultiNotícias
FAINA (GO) — O debate público provocado pela publicação do FAINA — CAPÍTULO 16 e pela manifestação posterior da Rádio TV na Web Conexão News FM chega agora a um novo capítulo.
O Jornal MultiNotícias já apresentou, no Capítulo 17, seus esclarecimentos sobre a publicação e deixou registrada uma informação objetiva:
O MultiNotícias não recebeu recursos públicos municipais, estaduais ou federais para a publicação da matéria.
Também não recebeu autorização do prefeito, de secretários ou da administração municipal para produzir ou publicar o conteúdo.
As informações utilizadas foram obtidas por meio de dados e documentos públicos disponíveis nos canais oficiais de transparência e publicidade dos atos administrativos.
Agora, no Capítulo 18, não vamos repetir toda a publicação anterior, apenas queremos deixar claro nosso posicionamento diante das afirmações e acusações infundadas da reportagem veiculada no YouTube
Vamos fazer algo ainda mais simples:
COLOCAR A AFIRMAÇÃO DIANTE DO FATO.
Porque jornalismo pode ter opinião.
Pode ter interpretação.
Pode ter crítica.
Mas quando alguém afirma que determinada reportagem foi paga, essa afirmação deixa de ser apenas opinião e passa a exigir comprovação. E é exatamente isso que solicitamos anesse veículo de imprensa sobre afirmações de que o MultiNotícias recebeu dinheiro público ou privado para as publicações na reportagem FAINA CAPÍTULO 16
1 — “EVIDENTEMENTE QUE FOI PAGA”
No conteúdo divulgado pela Conexão News FM, o apresentador afirma, ao comentar a matéria do MultiNotícias, que ela teria sido paga e que seria evidente que aquele trabalho teria custo.
Diante dessa afirmação, o MultiNotícias pergunta:
ONDE ESTÁ A PROVA?
Não estamos perguntando quem acredita.
Não estamos perguntando quem desconfia.
Não estamos perguntando quem acha.
Estamos perguntando:
Qual é o documento que comprova o pagamento?
Onde está o contrato?
Onde está a nota fiscal?
Onde está o empenho?
Onde está a ordem de pagamento?
Onde está o comprovante?
Onde está o processo administrativo?
Onde está qualquer documento público ou privado que demonstre que o MultiNotícias recebeu dinheiro para publicar o Capítulo 16?
Até que uma prova seja apresentada, a afirmação de que a matéria foi paga não passa de uma alegação sem comprovação.
2 — O MULTINOTÍCIAS RECEBEU DINHEIRO DA PREFEITURA?
Vamos deixar novamente absolutamente claro:
NÃO.
Não houve pagamento da Prefeitura Municipal de Faina ao MultiNotícias para a publicação daquela reportagem.
Não houve pagamento do prefeito.
Não houve pagamento de secretário municipal.
Não houve pagamento de integrante da administração municipal.
Não houve recurso público municipal destinado ao MultiNotícias para aquela publicação.
E também não houve recurso público estadual ou federal para a publicação da matéria.
Portanto, não existe qualquer razão para o MultiNotícias esconder uma informação que simplesmente não aconteceu.
3 — “MAS UMA MATÉRIA DESSE TAMANHO TEM CUSTO”
Sim.
Um veículo de comunicação possui custos.
Jornalismo profissional envolve tempo, deslocamento, pesquisa, redação, edição, produção, equipamentos, tecnologia, manutenção e divulgação.
Mas isso não significa que determinada reportagem tenha sido comprada por um ente público.
Uma coisa é o custo de funcionamento de um veículo de comunicação.
Outra coisa é receber dinheiro público para produzir uma reportagem específica.
São situações completamente diferentes.
Não se pode utilizar a existência de custos operacionais de uma atividade jornalística como prova de que uma Prefeitura teria pago determinada matéria.
4 — “FOI A PREFEITURA QUE PEDIU A MATÉRIA”
Também não.
O MultiNotícias não recebeu autorização do prefeito Creonir do Leilão para publicar o Capítulo 16.
Não recebeu autorização de secretários.
Não recebeu autorização da administração municipal.
Não recebeu roteiro.
Não recebeu determinação editorial.
Não recebeu orientação sobre o que deveria elogiar ou criticar.
A matéria foi uma decisão editorial do MultiNotícias.
O fato de uma reportagem utilizar informações provenientes de documentos públicos não transforma o Poder Público em autor da reportagem.
Se assim fosse, qualquer notícia produzida com base em dados de uma Prefeitura poderia ser chamada de propaganda oficial.
E isso seria uma interpretação completamente equivocada do funcionamento da imprensa.
5 — “FAINA ESTÁ UM PARAÍSO”
Aqui está outro ponto que precisa ser colocado às claras.
A crítica feita pela Conexão News FM repetiu a ideia de que o MultiNotícias teria apresentado Faina como um “paraíso” ou como uma cidade onde tudo estaria “mil maravilhas”.
Mas onde está essa afirmação no Capítulo 16?
Ela não está.
O MultiNotícias não afirmou que Faina é perfeita.
Não afirmou que não existem problemas.
Não afirmou que todas as obras estão concluídas.
Não afirmou que todas as estradas estão em excelentes condições.
Não afirmou que todas as ruas estão recuperadas.
Não afirmou que não existem problemas no abastecimento de água.
Não afirmou que a coleta de lixo atende perfeitamente à população.
Nada disso foi escrito.
A interpretação apresentada posteriormente não pode ser confundida com o conteúdo original da reportagem.
6 — O QUE O CAPÍTULO 16 REALMENTE DISSE?
A matéria apresentou contratos e investimentos registrados pela administração municipal e, ao mesmo tempo, fez uma cobrança muito clara:
> “O verdadeiro resultado de qualquer administração pública não está apenas no contrato publicado. Está naquilo que chega ao cidadão.”
Essa frase não é elogio cego.
É cobrança.
Porque publicar um contrato é apenas uma etapa.
O cidadão quer saber:
O recurso chegou?
A obra começou?
A obra está sendo executada?
Foi concluída?
O serviço melhorou?
O cidadão foi beneficiado?
É exatamente isso que o MultiNotícias pretende acompanhar.
7 — E OS R$ 3.613.950,00?
O Capítulo 16 mencionou o Contrato nº 66/2026, no valor de R$ 3.613.950,00, relacionado à ampliação da rede de distribuição de água e à melhoria dos serviços de abastecimento nas áreas urbanas de Faina.
A informação foi apresentada a partir dos registros públicos analisados pelo jornal.
Agora vem uma questão fundamental:
Um contrato público não deve ser confundido automaticamente com dinheiro já recebido e disponível na conta da Prefeitura.
Existem etapas administrativas.
Pode haver contratação.
Pode haver empenho.
Pode haver liquidação.
Pode haver pagamento.
Pode haver transferência de recursos.
Pode haver execução física.
E, finalmente, pode haver a conclusão e entrega do benefício à população.
São coisas diferentes.
Se o recurso ainda não ingressou nos cofres municipais, isso precisa ser acompanhado.
Se ingressou, precisa ser acompanhado.
Se a obra começou, precisa ser acompanhado.
Se está parada, precisa ser acompanhado.
Se foi concluída, também precisa ser acompanhado.
8 — “CADÊ OS R$ 3,6 MILHÕES?”
A pergunta levantada pela Conexão News FM pode ser transformada em uma excelente pauta jornalística.
O MultiNotícias aceita o desafio.
Vamos acompanhar juntos.
Não apenas os R$ 3,6 milhões.
Vamos acompanhar o contrato.
Vamos acompanhar a execução.
Vamos acompanhar os pagamentos.
Vamos acompanhar a obra.
Vamos acompanhar o resultado.
Porque o cidadão não vive de contrato publicado.
O cidadão precisa de água.
Precisa de ruas adequadas.
Precisa de estradas.
Precisa de saúde.
Precisa de educação.
Precisa de coleta de lixo.
Precisa de serviços públicos funcionando.
É justamente nessa direção que o MultiNotícias pretende continuar sua cobertura.
9 — “CADÊ A CAIXA-D'ÁGUA DA BURDUNA?”
A pergunta foi feita.
E merece resposta.
Mas, sobretudo, merece investigação jornalística.
Se existe uma demanda da população pela caixa-d'água da região da Burduna, o assunto pode ser investigado.
Qual é o projeto?
Existe contrato?
Existe recurso?
Existe obra?
Qual o cronograma?
Qual a situação atual?
Qual órgão é responsável?
Essas são perguntas jornalísticas.
E o MultiNotícias não tem qualquer dificuldade em fazê-las.
10 — “CADÊ AS BURAQUEIRAS?”
Outra questão levantada foi relacionada às condições das ruas.
A resposta é simples:
Se existem ruas com problemas, elas devem ser mostradas.
O MultiNotícias não tem compromisso com esconder buracos.
Também não tem compromisso com criar buracos onde não existem.
O compromisso é mostrar a realidade.
Com imagens, documentos e informação.
11 — “CADÊ O LIXO?”
A mesma lógica vale para a coleta de resíduos.
Se moradores estão enfrentando problemas com a coleta de lixo, isso merece atenção.
Pode ser transformado em pauta.
Pode ser questionado o Poder Público.
Pode-se ouvir os moradores.
Pode-se buscar a resposta da Prefeitura.
É assim que o jornalismo funciona.
Não precisamos escolher entre elogiar ou atacar.
Podemos simplesmente perguntar:
O serviço está funcionando?
12 — E AS ESTRADAS DO CACHAMBU E AS ESTRADAS VICINAIS?
A Conexão News FM também levantou questionamentos sobre estradas.
Mais uma vez:
Que sejam investigados.
Se há estrada em situação ruim, mostre-se.
Se houve recuperação, mostre-se.
Se existe contrato de manutenção, publique-se.
Se há recursos destinados à manutenção, acompanhe-se.
Se o serviço foi executado, verifique-se.
O dinheiro público precisa ser acompanhado do começo ao fim.
13 — JORNALISMO NÃO É TORCIDA
O MultiNotícias não pretende disputar com a Conexão News FM quem fala mais alto.
Não queremos transformar a imprensa em uma arena de ataques pessoais.
Não precisamos utilizar expressões ofensivas para defender nosso trabalho.
Preferimos documentos.
Preferimos fatos.
Preferimos números.
Preferimos perguntas.
Preferimos respostas.
E, principalmente:
Preferimos que o cidadão tenha acesso às informações e tire suas próprias conclusões.
14 — “JORNALISTA DE FORA” NÃO INVALIDA O JORNALISMO
Também foi questionado o fato de o jornalista responsável pelo MultiNotícias não ser de Faina.
Essa argumentação não desqualifica uma reportagem.
A imprensa não possui fronteiras municipais.
Um jornalista pode acompanhar fatos de qualquer cidade, desde que atue com responsabilidade e respeite os princípios jornalísticos.
O que importa é a informação.
De onde veio?
É verificável?
Existe documento?
Existe fonte?
Existe contraditório?
Existe responsabilidade na publicação?
Essas são as perguntas que realmente interessam.
15 — O MULTINOTÍCIAS NÃO É ASSESSORIA DE IMPRENSA
É importante repetir:
Não somos assessoria da Prefeitura de Faina.
Não somos porta-voz do prefeito.
Não somos oposição.
Não somos situação.
Somos imprensa.
E a imprensa tem o dever de informar a sociedade.
Se uma administração apresenta uma ação positiva, ela pode ser notícia.
Se apresenta um problema, também.
Se anuncia um investimento, é notícia.
Se o investimento não produzir resultado, também será notícia.
O nosso compromisso não muda conforme o lado político de quem governa.
16 — A MATÉRIA FOI “PUBLICIDADE”?
Não...!!!
O fato de uma matéria apresentar informações positivas sobre uma administração não transforma automaticamente o conteúdo em publicidade.
O jornalismo não precisa publicar somente notícias negativas para provar independência.
Reconhecer uma ação positiva não significa apoiar politicamente quem a realizou.
Da mesma maneira:
Criticar uma ação negativa não significa fazer oposição política.
Essa distinção precisa ser respeitada.
17 — O DIREITO DE CRITICAR É RECÍPROCO
A Conexão News FM pode criticar o MultiNotícias.
O MultiNotícias pode esclarecer a crítica.
A Conexão News FM pode apresentar sua versão.
O MultiNotícias pode apresentar a sua.
Isso é liberdade de imprensa.
O problema começa quando uma alegação sobre fatos concretos é feita sem que se apresente a respectiva comprovação.
Por isso, o nosso questionamento permanece:
ONDE ESTÁ A PROVA DE QUE A MATÉRIA FOI PAGA?
18 — O MULTINOTÍCIAS COLOCA O TRABALHO À DISPOSIÇÃO DO PÚBLICO
A matéria original está publicada.
O Capítulo 17 está publicado.
O conteúdo da Conexão News FM também está público.
O cidadão pode comparar.
Pode ler.
Pode ouvir.
Pode analisar.
Pode consultar os documentos.
Pode verificar os contratos.
Pode buscar as informações no Portal da Transparência.
Não precisamos pedir que ninguém acredite cegamente no MultiNotícias.
Pedimos apenas que compare os fatos.
19 — NÃO VAMOS RESPONDER OFENSA COM OFENSA
Durante a manifestação foram utilizadas diversas expressões direcionadas a pessoas que supostamente estariam próximas da administração.
O MultiNotícias não pretende entrar nessa linguagem chula utilizada por um veículo de comunicação institucional para se referir a outro veículo.
Não vamos chamar ninguém de “sanguessuga”.
Não vamos chamar ninguém de “urubu”.
Não vamos chamar ninguém de “canalha”.
Não vamos transformar jornalismo em ataque pessoal.
Nossa resposta será através de informação.
Porque documento não grita.
Documento não ofende.
Documento simplesmente mostra o que está registrado.
20 — SE HOUVER ERRO, O MULTINOTÍCIAS CORRIGE
Também deixamos registrado:
Se alguém identificar erro factual na matéria do Capítulo 16, estamos abertos à verificação.
Se houver documento que demonstre que algum dado foi publicado incorretamente, será analisado.
Se houver necessidade de correção, ela será feita.
Isso também é compromisso jornalístico.
Independência não significa acreditar que nunca podemos errar.
Significa ter responsabilidade suficiente para corrigir quando os fatos demonstrarem a necessidade.
21 — O PRÓXIMO PASSO
A partir daqui, o MultiNotícias pretende continuar acompanhando Faina.
Não apenas através de opiniões.
Mas através de:
documentos;
contratos;
recursos;
obras;
serviços;
execução;
resultados;
reclamações da população;
respostas oficiais.
Porque uma administração pública deve ser acompanhada permanentemente.
E nós estaremos acompanhando.
📰 MULTINOTÍCIAS DESAFIA
Não estamos desafiando a Conexão News FM para uma briga. Estamos fazendo um desafio jornalístico:
APRESENTEM A PROVA.
Se existe documento comprovando que o MultiNotícias recebeu dinheiro público para publicar o FAINA — CAPÍTULO 16, apresente-se o documento.
Se não existe, que a sociedade saiba que a afirmação foi feita sem apresentação de prova.
Essa é a diferença entre:
QUESTIONAR
e
ACUSAR.
22 — FAINA CONTINUA SENDO O FOCO
Enquanto alguns discutem jornalistas, emissoras e matérias, existe algo muito mais importante:
A população de Faina.
É para ela que devem ser direcionados os recursos públicos.
É para ela que devem ser entregues as obras.
É para ela que devem funcionar os serviços.
É para ela que a imprensa deve trabalhar.
E é ela que deve acompanhar, fiscalizar e cobrar.
23 — O MULTINOTÍCIAS NÃO TEM MEDO DOS PRÓXIMOS CAPÍTULOS
O Capítulo 16 falou sobre contratos e investimentos.
O Capítulo 17 esclareceu as acusações e interpretações feitas posteriormente.
Agora, o Capítulo 18 deixa uma pergunta no ar:
ONDE ESTÁ A PROVA?
E os próximos capítulos poderão tratar exatamente daquilo que a própria Conexão News FM colocou em discussão:
água;
infraestrutura;
ruas;
limpeza urbana;
estradas;
contratos;
recursos;
obras;
execução;
resultados.
Porque se existe problema, precisamos mostrar.
Se existe solução, precisamos mostrar.
Se existe recurso, precisamos acompanhar.
Se existe obra, precisamos verificar.
Se existe promessa, precisamos cobrar.
SE COCHILAR, O CACHIMBO CAI.
Essa não é uma ameaça.
É uma metáfora para a necessidade de permanecer atento.
Quem administra recursos públicos precisa ser fiscalizado.
Quem faz jornalismo precisa ser responsável.
Quem acusa precisa apresentar provas.
E quem informa precisa estar preparado para ser questionado.
É assim que deve funcionar uma sociedade democrática.
📰 MULTINOTÍCIAS
Informação, opinião e acompanhamento dos fatos que movimentam Faina e região.
Waltenis Alves de Oliveira
Jornalista e correspondente do Jornal — MultiNotícias
O nosso compromisso é com a informação e com a sociedade.
FAINA — CAPÍTULO 18
Não é sobre defender quem governa.
Não é sobre atacar quem governa.
É sobre acompanhar os fatos, consultar os documentos e permitir que a sociedade conheça a realidade.
E os próximos capítulos, virão....

Comentários
Postar um comentário